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TIDC- TENDÊNCIA INDEPENDENTE do SBN

Eleições 2026

OS BANCOS NUNCA GANHARAM TANTO.
OS BANCÁRIOS NUNCA FORAM TÃO DESVALORIZADOS!

É neste contexto que se realizam as Eleições de 2026 para os órgãos do SBN.

Num setor onde os principais bancos apresentam lucros históricos de vários milhares de milhões de euros, continua a faltar reconhecimento para quem criou essa riqueza.

Os colegas no ativo enfrentam pressão permanente, metas cada vez mais exigentes e carreiras cada vez mais incertas. Por outro lado, muitos colegas na reforma vivem com pensões de miséria, depois de uma vida inteira dedicada à profissão.

Entretanto, entre muitos associados, existe uma convicção crescente: o Sindicato pode e deve fazer mais e melhor.

Defender o SAMS, valorizar salários e pensões, preparar o futuro com um SAMS ÚNICO nacional e modernizar o SBN são, para a Lista D as prioridades essenciais para os próximos anos.

É tempo de Devolver Dignidade aos bancários!

As Eleições de 2026 realizam-se num momento particularmente decisivo para o futuro dos bancários e do próprio SBN.

O setor financeiro atravessa um período de resultados absolutamente excecionais. Nos últimos anos, os principais bancos em Portugal apresentaram lucros históricos de vários milhares de milhões de euros.

Estes resultados demonstram a robustez do setor, mas também tornam ainda mais evidente um contraste que muitos bancários já não conseguem compreender.

Enquanto os resultados crescem, muitos trabalhadores enfrentam pressão permanente, reorganizações sucessivas e uma crescente desvalorização do seu trabalho. Entre muitos colegas instalou-se a percepção de que, para algumas das atuais administrações da banca, os trabalhadores são cada vez mais vistos como números numa folha de cálculo ou peças descartáveis numa lógica exclusivamente financeira. Essa percepção existe tanto entre os colegas no ativo como entre aqueles que já se encontram na reforma.

Os bancários reformados sentem hoje que as instituições a quem dedicaram décadas de trabalho demonstram pouco reconhecimento e até algum desprezo perante a perda de valor das suas pensões. 

Perante esta realidade, o sindicalismo não pode, nem deve, acomodar-se. Ao mesmo tempo, o SAMS, o nosso subsistema de saúde construído ao longo de décadas pelos bancários, enfrenta desafios importantes de sustentabilidade e modernização.

Para a TIDC, defender o SAMS significa também preparar o futuro, avançando para soluções estruturais que reforcem a sua sustentabilidade e eficiência. 

Por isso defendemos a criação de um SAMS ÚNICO nacional, capaz de garantir igualdade de direitos entre todos os bancários e maior capacidade de resposta no futuro.

A TIDC considera também que o SBN precisa de reforçar a sua capacidade de intervenção, modernizar a sua ação sindical e aproximar-se mais dos associados. 

Estas eleições representam uma oportunidade para reforçar essa mudança. 

Com Independência e Determinação, 

É TEMPO DE DEVOLVER DIGNIDADE AOS BANCÁRIOS. É tempo de apostar na Lista D.